
“O presidente da Câmara Municipal de Lisboa tentou recolocar a normalidade do debate mas a interveniente, não inscrita, apontou o dedo ao presidente e argumentou que tinha todo o direito a falar e a colocar as questões que entendia, porque era cumpridora com a lei.” Maaaaiii nada!
É sempre giro ver estas iniciativas de auscultação popular levadas a cabo pela classe política. Sempre na perspectiva de que o povo é sereno. O problema é quando não explicam, pá! Quando assim é, as Donas Carmelindas revoltam-se, pá, e partem a loiça toda, pá!
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